FRASE DA SEMANA (mande a sua)

Na maioria das vezes somos causadores das nossas próprias desgraças!!! "Nogueira"

sábado, 16 de agosto de 2008

DDS - Motivacional - Alegria artificial

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> Muita gente se pergunta por que ficar sofrendo se é possível ingerir um
> pouco de felicidade com um copo de água. É essa solução instantânea e
> mágica que se busca com o antidepressivo. Só que, aparecendo outra
> crise, é bem provável que o alívio venha, novamente, na forma de mais
> copos de água com pílula. O preço disso?
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> *1* Não aprender a lidar com os problemas.
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> *2* Não conseguir mais andar sem essa muleta — e perder o controle da
> própria vida.
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> *3* Desenvolver problemas de saúde. “A fluoxetina pode acarretar reações
> adversas como hiperglicemia, suspensão da menstruação, complicação nas
> funções hepáticas, alucinação, tremor, bruxismo e tendência ao
> suicídio”, explica o psicofarmacologista Elisaldo Carlini, da
> Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
>
> Quando se toma antidepressivo por conta própria ou receitado por um
> médico que não conhece o histórico de saúde da paciente, há outros dois
> riscos: 1. efeitos colaterais por causa da combinação de diferentes
> medicamentos. O dr. Wong explica que o uso de antidepressivo com
> remédios para pressão alta, para dormir e descongestionantes nasais pode
> elevar a pressão arterial. Existe também a chance de, em associação com
> anticoncepcional, esse último ter sua eficácia comprometida; 2.
> possibilidade de desencadear quadros de anorexia, psicose e paranóia,
> quando consumido em excesso.
>
> É claro que, em casos de depressão comprovada, o medicamento é muito
> bem-vindo. “Ele realmente melhora a qualidade de vida da paciente”, diz
> o dr. Wong. Segundo o psiquiatra Moreno, para diagnosticar a doença, o
> especialista deve analisar vários fatores: desde a aparência (expressão
> triste, olhar melancólico, ombros curvados, tendência ao choro) até
> alterações mentais (falta de interesse pelas tarefas do dia-a-dia,
> diminuição da capacidade de sentir prazer por atividades que antes
> alegravam a vida, raciocínio mais lento, redução da concentração),
> passando pela ocorrência de distúrbios do sono, diminuição da libido,
> dores no corpo... Daí a importância de procurar um médico capaz de
> analisar todas as vertentes do problema, e não apenas ver se a paciente
> anda triste e sem ânimo. “A recuperação de uma dor significativa, de um
> luto, pode levar de alguns meses a dois anos”, explica a psicóloga Maria
> José Nery, de Campinas (SP). “Não é da noite para o dia que tudo ficará
> bem novamente.” No entanto, a especialista lembra que quem persistir,
> sem recorrer à alegria artificial, poderá ser mais feliz, pois nesse
> processo é possível se transformar em uma mulher mais forte emocionalmente.
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> ANTIDEPRESSIVO PARA EMAGRECER?!?
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> Na ânsia louca de perder os quilos extras, muitas mulheres estão usando
> antidepressivo como emagrecedor. Pesquisa feita pelo Centro Brasileiro
> de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade
> Federal de São Paulo (Unifesp), em conjunto com a Vigilância Sanitária
> em Santo André (SP), constatou que em 13 farmácias de manipulação e 27
> drogarias dessa cidade a maior parte das receitas à base de fluoxetina
> foi pedida com o objetivo de emagrecer. Das 16 124 receitas aviadas, 9
> 259 tinham essa substância, e muitas ainda levavam outros medicamentos,
> como ansiolíticos, anoréticos e anfetamínicos. O dr. Ricardo Moreno
> alerta: Antidepressivo não emagrece. A maior parte engorda”. A
> nutricionista Alessandra C., de 37 anos, sentiu na pele. Ela engordou 15
> quilos após a gravidez e queria se livrar rapidamente do excesso. “Falei
> para meu ginecologista que precisava emagrecer e ele receitou
> fluoxetina”, diz Alessandra, que até enxugou 5 quilos, mas logo depois
> voltou a engordar. “O antidepressivo tirou a minha ansiedade, mas não me
> levou a mudanças reais de comportamento”, lembra. A boa forma só voltou
> com exercício físico e reeducação alimentar, o que ela, aliás, receita
> diariamente às pacientes. “A vontade de querer tudo rápido faz com que
> não enxerguemos o óbvio”, conclui.
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> Você já tomou seu antidepressivo hoje?
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> O mercado de trabalho cada vez mais competitivo, as relações amorosas
> truncadas, a autocrítica nas alturas... E, na contramão disso tudo, a
> obrigação de estar sempre feliz. Parece até que só se dá bem hoje quem
> vive com um sorriso no rosto, tem animação para dar e vender, fica
> ligado no 220, não é mesmo? A pressão de estar constantemente feliz da
> vida — de preferência magra e com um bom emprego... — tem levado cada
> vez mais mulheres à farmácia, em busca da pílula da felicidade. Segundo
> dados do Ministério da Saúde, o público feminino consome 70% dos
> antidepressivos vendidos no país. Some-se a isso o fato de médicos de
> qualquer especialização (cardiologista, endocrinologista, ginecologista,
> pediatra...) poderem receitar a droga, e o que temos é a disseminação
> crescendo a risos largos. De acordo com a consultoria internacional IMS
> Health, de janeiro a dezembro de 2007 foram comercializadas mais de 24
> milhões de unidades de antidepressivo, ante quase 17 milhões em 2003 —
> uma alta de 43% em quatro anos.
>
> Segundo o psicólogo paulista Florival Scheroki, virou rotina recorrer a
> esse tipo de remédio como se fosse uma borracha capaz de apagar as mais
> variadas dificuldades. “As pessoas querem tomar a pílula para fazer uma
> espécie de assepsia do sofrimento”, diz o especialista. Só que, ao fugir
> das angústias, perdem a confiança na própria capacidade de enfrentar
> outros dilemas da vida. “E é preciso ficar claro: os grandes momentos de
> satisfação que surgem ao longo da nossa existência acontecem após
> confrontarmos a dor”, dispara ele.
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> O médico toxicologista Anthony Wong, do Hospital das Clínicas de São
> Paulo, acrescenta que há um exagero de diagnóstico. “Crianças com
> problemas na escola, déficit de atenção ou hiperatividade, adolescentes
> problemáticos... todo mundo está sendo tratado como se tivesse
> depressão”, diz. E boa parte não sofre do mal, como comprovou pesquisa
> realizada pelos médicos da New York University, nos Estados Unidos, em
> 2007. Ela mostrou que, de cada quatro pessoas consideradas deprimidas,
> uma, na verdade, apresentava um quadro de tristeza profunda por causa de
> separação (incluindo morte na família), desemprego ou dificuldade
> financeira. O caso da vendedora Patrícia, de 26 anos, se encaixa
> perfeitamente nesse perfil. Muito infeliz, ela resolveu, por conta
> própria, experimentar o antidepressivo da irmã. “Quando tomava, eu me
> sentia fora da realidade. Estava desempregada, havia perdido minha mãe,
> e nem ligava. Nada disso importava”, lembra Ana.
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Um comentário:

GARIS disse...

Olá Nogueira, ótima fonte de pesquisa e alegria. Somos um grupo de teatro corporativo e foi muito bom conhecer seu blog. Dê uma passeada no nosso site: www.garis.com.br
Quem sabe um dia podemos engrenar uma parceria.
GARIS