FRASE DA SEMANA (mande a sua)

Na maioria das vezes somos causadores das nossas próprias desgraças!!! "Nogueira"

quinta-feira, 29 de abril de 2010

DDS - A IMPORTANCIA DA VIRGULA

Veja como uma virgula faz GRANDE diferença.

CUIDADO COM OS SEUS DOCUMENTOS E RELATÓRIOS, VOCÊ PODE SE PREJUDICAR!


Sobre a Vírgula

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI

(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa ... ou não.
Não, espere.
Não espere ..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis ..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser uma solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.



Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER andaria DE QUATRO À SUA PROCURA.



* Se você for Mulher, Certamente colocou uma vírgula depois de MULHER ...
* Se você for Homem, Colocou uma vírgula depois de TEM ...

TERRIVEL: Vulcabras Azaleia - Itapetinga Ba

DENUNCIA MUITO GRAVE! GRAVISSIMA!!!

O QUE ESTÁ SENDO FEITO? ALGUEM SABE?


COMENTARIO DE QUEM POSTOU ESSE VIDEO NO YOUTUBE:

http://www.youtube.com/watch?v=c3ufBlkQN2s&feature=related

Em pleno século 21, esse Brasil não faz a lição de casa e não fecha essa empresa vagabunda. Esse ministério do trabalho deveria passar um "pente fino" nessas empresas que têm muito índice de acidentes, deveriam fazer uma devassa, desde os sistemas de segurança até sua contabilidade com a receita federal e autuar severamente, como lição para outras pilantras não se esquecem e rolar nesse sistema de impunidade (cultual) desde 1500 implantado neste "país". Esses trabalhadores deveriam conhecer a força que têm e exigir mudanças!




http://www.youtube.com/watch?v=c3ufBlkQN2s&feature=related

sexta-feira, 23 de abril de 2010

DDS - Fábula de um Gerente

Esta é a fábula de um alto Gerente de um grande Empresa. Estressado com o desenvolvimento e excesso de trabalho, entrou em colapso nervoso e foi ao médico. Relatou ao psiquiatra o seu caso. O médico, experiente, logo diagnosticou ansiedade, tensão e insegurança. Disse ao paciente:

“O Sr. precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem.”

Munido de vários livros, CD’s, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo. Passados os dois primeiros dias, já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs. Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo.

O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar. Disse ao nosso Gerente:

“O Sr pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.” Pensou consigo: “Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa”. Grande engano.

No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área. Pediu logo uma nova tarefa. O administrador então lhe disse:

“Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes. No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal. A cena que viu foi a seguinte: estava nosso executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando consigo mesmo: Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena??? Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média??? Esta é grande. Não, é pequena. Ou será média???

Moral da estória: Espalhar a merda é fácil. O difícil é tomar decisões.

fonte: http://www.ivoviuauva.com.br

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como retirar anzol do dedo

Acredite, um dia você pode precisar dessa informação.







Tratamento:

  1. Empurre o anzol através da pele. Corte o espigão e puxe o resto do anzol.
  2. O tratamento seguinte consiste em um banho de água com sabão três vezes ao dia durante três dias.
  3. Cubra a ferida com um penso.
  4. Com o objectivo de evitar infecções, trate o paciente com antibióticos depois de ter consultado o médico.
  5. Dê a vacina contra o tétano depois de consultar o médico.
fonte: http://portal.ua.pt/projectos/mermaid/fraturas.htm#anzol%20num%20dedo%20ou%20mao

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Trombose você conhece?

O QUE É?


Trombo (gr. Thrómbos) significa coágulo sangüíneo. Trombose é a formação ou desenvolvimento de um trombo.
A trombose pode ocorrer em uma veia situada na superfície corporal, logo abaixo da pele. Nessa localização é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite.
Quando o trombo se forma em veias profundas, no interior dos músculos, caracteriza a trombose venosa profunda ou TVP.
Em qualquer localização, o trombo irá provocar uma inflamação na veia, podendo permanecer restrito ao local inicial de formação ou se estender ao longo da mesma, provocando sua obstrução parcial ou total.

COMO SE APRESENTA?


Nas veias superficiais, ocorre aumento de temperatura e dor na área afetada, além de vermelhidão e edema (inchaço).
Pode-se palpar um endurecimento no trajeto da veia sob a pele.
Nas veias profundas, o que mais chama a atenção é o edema e a dor, normalmente restritos a uma só perna.

O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha.


POR QUE O SANGUE COAGULA DENTRO DA VEIA?


Nosso corpo é dotado de mecanismos que mantém constante o seu equilíbrio. No sangue há fatores que favorecem a coagulação do sangue, chamados procoagulantes, e fatores que inibem a formação de coágulos, chamados anticoagulantes, responsáveis pela manutenção do sangue em estado líquido. Quando ocorre um desequilíbrio em favor dos procoagulantes, desencadeia a formação do trombo.


Os fatores que favorecem a coagulação são classificados em três grupos:

1 – Estase – é a estagnação do sangue dentro da veia. Isto ocorre durante a inatividade prolongada, tal como permanecer sentado por longo período de tempo (viagens de avião ou automóvel), pessoas acamadas, cirurgias prolongadas, dificuldade de deambulação, obesidade, etc.
2 – Traumatismo na veia – qualquer fator que provoque lesão na fina e lisa camada interna da veia, tais como trauma, introdução de medicação venosa, cateterismo, trombose anterior, infecções, etc., pode desencadear a trombose.
3 – Coagulação fácil ou Estado de hipercoagulabilidade – situação em que há um desequilíbrio em favor dos fatores procagulantes. Isto pode ocorrer durante a gravidez, nas cinco primeiras semanas do pós-parto, uso de anticoncepcionais orais, hormonioterapia, portadores de trombofilia (deficiência congênita dos fatores da coagulação), etc.

COMO O MÉDICO DIAGNOSTICA?


O médico pode diagnosticar uma tromboflebite superficial apenas baseado nos seus sintomas e examinando a veia afetada (sob a pele). No entanto, a TVP pode se apresentar com sintomas não tão exuberantes, dificultando seu diagnóstico. Para ter segurança, o médico pode solicitar exames especiais como o Eco Color Dopper ou a flebografia. Há quem solicite um exame de sangue para dosagem de uma substância, chamada Dímero D, que se apresenta em níveis elevados quando ocorre uma trombose aguda. Embora o teste do Dímero D seja muito sensível, não é muito conclusivo, visto que ele pode estar elevado em outras situações.

COMPLICAÇÕES


A tromboflebite superficial raramente provoca sérias complicações; as veias atingidas podem, na maioria das vezes, ser retiradas com procedimento cirúrgico, eliminando as chances de complicar. No entanto, se a trombose é numa veia profunda, o risco de complicações é grande.

Complicações imediatas ou agudas – a mais temida é a embolia pulmonar. O coágulo da veia profunda se desloca, podendo migrar e ir até o pulmão, onde pode ocluir uma artéria e colocá-lo em risco de vida.


Complicações tardias – tudo se resume numa síndrome chamada Insuficiência Venosa Crônica (IVC), que se inicia com a destruição das válvulas existentes nas veias e que seriam responsáveis por direcionar o sangue para o coração. O sinal mais precoce da IVC é o edema, seguido do aumento de veias varicosas e alterações da cor da pele. Se o paciente não é submetido a um tratamento adequado, segue-se o endurecimento do tecido subcutâneo, presença de eczema e, por fim, a tão temida úlcera de estase ou úlcera varicosa.

TRATAMENTO


O tratamento só deve ser instituído por um especialista. As informações aqui expostas têm como objetivo único lhe orientar para que procure um médico logo que notar qualquer dos sintomas acima relatados. Nunca se automedique.

Se a trombose é superficial, recomenda-se cuidados especiais, tais como aplicação de calor na área afetada, elevação das pernas e uso de antiinflamatórios não esteróides por um período de uma a duas semanas. Deve-se retornar ao especialista (Angeologista), a fim de avaliar a necessidade de tratamento cirúrgico.

Na TVP pode ser necessário manter-se internado durante os primeiros dias, a fim de fazer uso de anticoagulantes injetáveis (Heparinas). Estes previnem o crescimento do trombo e diminuem o risco de embolia pulmonar. Atualmente, pode-se evitar a hospitalização com o uso de heparinas de baixo peso molecular, injetados pelo próprio paciente no espaço subcutâneo da barriga (ver o video abaixo). Depois do tratamento com Heparina, deve-se continuar com o uso de anticoagulantes orais (Warfarin) por um período de três a seis meses. Concomitante com esta medicação, o paciente deve fazer repouso com as pernas elevadas e fazer uso de meia elástica adequada à sua perna. Alguns medicamentos que interferem na ação dos anticoagulantes são proibidos neste período. O médico deve ser consultado sempre que julgar necessário fazer uso de outro tipo de medicação.
Existe procedimentos de exceção para coibir complicações, tais como: colocação de filtro de veia cava, remoção do coágulo (trombectomia) e angioplastia com stent (dispositivo aramado e recoberto com um tecido, o qual evita que a veia se feche novamente).

PREVENÇÃO


A principal providência é combater a estase venosa, isto é, fazer o sangue venoso circular, facilitando seu retorno ao coração.

Dentro do possível, atente para estas recomendações:
• Faça caminhadas regularmente.
• Nas situações em que necessite permanecer sentado por muito tempo, procure movimentar os pés como se estivesse pedalando uma máquina de costura.
• Quando estiver em pé parado, mova-se discretamente como se estivesse andando sem sair do lugar.
• Antes das viagens de longa distância, fale com seu médico sobre a possibilidade de usar alguma medicação preventiva.
• Quando permanecer acamado, faça movimentos com os pés e as pernas. Se necessário, solicite ajuda de alguém.
• Evite qualquer uma daquelas condições que favorecem a formação do coágulo dentro da veia, descritas anteriormente.
• Evite fumar e o sedentarismo.
• Controle seu peso.
• Se você necessita fazer uso de hormônios ou já foi acometido de trombose ou tem história familiar de tendência à trombose (trombofilia), consulte regularmente seu médico.
• Use meia elástica se seu tornozelo incha com freqüência.
• Nunca se automedique.

Fonte: http://www.trombose.med.br/ clique aqui


Video e comentário do Blog

Após esse pequenos estudo sobre trombose acima vamos ver um video que eu elaborei devido à necessidade de informação. Minha esposa está passando por esse problema de trombose. Foi diagnosticado trombose a uns 03 anos evido ao uso de anticocpcionais. Foi curada porém Atualmente foi diagnosticado de novo, daí houve a necessidade de fazer cirurgia. Um agravante é que ela está grávida.

Nós estamos tendo o acompanhamento de uma Angeologista muito competente, um médico obstetra e um Hematologista.

Nesse video vocês vão ver eu aplicando a injeção de Heparina na BARRIGA de minha esposa. A médica disse que minha esposa poderia fazer porém ela tem medo. Daí sobrou pra mim...

Observando os técnicos de enfermagem no hospital fiz o mesmo procedimento. Vocês poderão perceber que eu estou sem luva porém fui informado que não precisava para esse tipo de procedimento.

Obs.: Foi necessario esconder alguns rostos de crianças curiosas que aparecem nesse video. Daí fiz de uma forma bem humorada.


Grande abrç e divulguem o perigo desta doença perigosa!

Nogueira - Tec Seg Trb


sexta-feira, 9 de abril de 2010

O perigo do Salto alto na empresa


fonte: http://www.mundo-afora.com/moda/fotos-de-modelos-caindo-do-salto-alto.html


Devido às duvidas que existem sobre o assunto, resolvi tentar colaborar com alguns argumentos para defender a proibição do uso do salto alto no ambiente de trabalho.

Êta briga boa... rsrsrs

Espero ajudar.

Nogueira


O perigo da Salto alto na empresa


Do ponto de vista:

Saúde

Eles são peças-chave no guarda-roupa de qualquer mulher. O salto alto faz parte do universo feminino há décadas e de lá pra cá, a adesão só aumenta. Mas o uso contínuo dos saltos pode trazer sérios problemas na saúde, principalmente relacionados a coluna. São considerados altos, os saltos acima de 15 centímetros. Os de 5 a 10 centímetros são medianos e abaixo disto são considerados baixos.

Segundo a fisioterapeuta Juceline Nóbrega, os pés são muito acometidos por diversas doenças. E o salto alto auxilia para o aparecimento destas, principalmente na coluna lombar, que é o eixo de sustentação do corpo. Além disto, também causa o encurtamento dos músculos da panturrilha (batata da perna).
“O uso contínuo do salto alto causa dores na coluna, calcanhar e também o chamado “esporão de calcanho” porque o salto não tem proteção contra o impacto do pé no chão. Não oferece proteção para o calcanhar”, disse Juceline Nóbrega. Os saltos também causam a “fascite plantar” por causa do impacto e do uso prolongado. Outro problema muito comum causado pelos saltos é a entorse, as famosas “viradas de pé”, muito comuns entre as mulheres.

“Os saltos não dão estabilidade para o pé e deixam as mulheres com o centro de gravidade muito para frente. As calçadas daqui possuem muito desnivelamento, o que propicia quedas”, afirma a fisioterapeuta. Juceline Nóbrega. Ela indica os saltos “anabela” que são retos em toda a sua extensão. “Indico para o cotidiano do trabalho, porque o desnivelamento do calcanhar é menor. Mas nada impede o uso do salto alto no finais de semana, por exemplo”, destaca.

A fisioterapeuta disse que exercícios para os pés são importantes para aliviar as dores. O alongamento do isquiostibiais (perna) pode ser feito com o lençol ou com uma cordinha, duas vezes por dia, durante dez minutos e previne câimbras, inchaços e dores.
Outra dica importante é escolher a numeração correta para os pés para que o calçado não fique apertado ou folgado. “O escalda pé com água morna também é muito bom. A pessoa pode colocar pedrinhas ou bolinhas de gude (petecas) e fazer movimentos para frente e para trás com os pés. É relaxante e reduz o impacto. Deve ser feito três vezes por semana”, disse Juceline Nóbrega.

Ainda sobre as sandálias, ela chama a atenção para que não seja usada sandália rasteira, porque não tem alcochoamento para suportar os impactos. Os calçados pedem o máximo de conforto e ao sentir dores é preciso procurar um médico para um diagnóstico diferencial.

Fonte: 180 Graus


O salto transmite uma aparência de charme e elegância a mulher, mas o problema é que passar muito tempo em cima de um salto pode deformar o pé, atrofiar a musculatura das panturrilhas e causar dores na coluna. E como toda mulher não pretende abandonar essa poderosa arma de sedução, a melhor coisa a se fazer é aprender a usar que arrasam sem tropeçar na saúde.

Um salto de 3 centímetros causam praticamente os mesmos danos que uma torre de 10 centímetros. Com qualquer um dos dois, os passos se tornam mais curtos e lentos. O resultado é um sofrimento, pois a planta do pé dói e ganha calosidade, os dedos tomam a forma de garras. Sem falar do joanete, que é 50% obra dos saltos. Com esse tipo de calçado a pressão e a sustentação do seu corpo, que geralmente se distribui por toda a sola, se concentra no dedão e no vizinho. Essa sobrecarga causa lesões.

Com o calcanhar lá em cima, é comum observar lordoses e o encurtamento da musculatura posterior das pernas. O teste para ver se esse mal já pegou você é descer à terra firme, se descalça sentir estiramento nas coxas, panturrilhas ou costas é porque pode estar sofrendo de atrofia. Virar o pé também se torna mais frequente, o que pode causar rompimento de ligamentos. Antes que você compre qualquer par, veja os riscos que ele oferece a sua saúde.









Legal e juridico:

Cair de salto alto é acidente de trabalho, decide Justiça

Cair de salto alto é acidente de trabalho. Assim entendeu a Justiça do Trabalho de São Paulo que determinou a uma empresa de Taboão da Serra (SP) que reintegrasse uma empregada demitida por ter “grande facilidade de levar tombos”. Cabe recurso.

Em sua decisão, a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (São Paulo) esclareceu que a empresa deve cuidar para que o empregado não utilize roupas ou sapatos que coloquem em risco sua integridade física.

A empresa Planarc demitiu a trabalhadora que torceu o tornozelo depois de sofrer uma segunda queda durante o expediente de trabalho. A empregada, na ocasião, procurou o INSS que constatou a lesão e concedeu o auxílio doença. Mesmo assim foi demitida. A empregada entrou então com ação na Vara do Trabalho de Taboão da Serra reclamando direito a estabilidade por acidente de trabalho.

A empresa sustentou que a empregada se acidentou por imprudência, pois, mesmo se recuperando de uma torção anterior no mesmo tornozelo, continuou usando sapatos de salto alto. “Não restou outra alternativa senão dispensá-la imediatamente, pois corria-se o risco de novo acidente estar ocorrendo, visto que a reclamante tem grande facilidade de levar tombos”, afirmou. A empresa alegou também que não lhe cabia culpa, já que a escada tem corrimão e piso anti-derrapante.

A primeira instância determinou a reintegração da trabalhadora no emprego. Inconformada, a empresa recorreu ao TRT-SP. O juiz Plínio Bolívar de Almeida, relator do Recurso Ordinário, não acolheu os argumentos da empresa.

Para o juiz, “soa como mórbida” a alegação e “mais insensata ainda é a justificativa para a demissão de uma empregada estável”, de que ela teria provocado seu acidente para evitar a dispensa e de que teria “grande facilidade de levar tombos”.

“Para a caracterização do acidente do trabalho não se exige a culpa do empregador, de forma que se torna irrelevante o fato de a escada possuir corrimão e piso anti-derrapante”, decidiu. “Em última análise, o acidente decorreu de omissão da própria empregadora”, concluiu o juiz.

RO 00908.2003.501.02.00-0

Leia a íntegra da decisão

RECURSO ORDINÁRIO DA VARA DO TRABALHO DE TABOÃO DA SERRA/ SP

RECORRENTE: Plamarc Ltda

RECORRIDA: Debora Santos Figueiredo

EMENTA: “ACIDENTE DO TRABALHO. CARACTERIZAÇÃO. A imprudência alegada pela Reclamada deve ser vista com restrições, vez que compete à empregadora dirigir a prestação de serviços, devendo valer-se de seu poder disciplinar quando verificado que o vestuário utilizado pela empregada coloca em risco sua integridade física. Em última análise o acidente decorreu de omissão da própria empregadora.”

RELATÓRIO

Irresignada com a r. sentença de fls. 93/95 que julgou procedente em parte a reclamatória, recorre ordinariamente a Reclamada pelas razões alinhadas às fls. 100/106, sustentando que a Reclamante provocou o acidente sofrido, não tendo direito à garantia de emprego.

Embargos de declaração rejeitados às fls. 98.

Contra-razões da Reclamante às fls. 111/114, que sustenta o acerto do decisório.

Tempestividade observada.

Custas e depósito recursal às fls. 107/108, a tempo e modo.

Procurações às fls. 12 (Autora) e fls. 53 (Ré).

O d. Ministério Público do Trabalho, ressalva a possibilidade de, se necessário, vir a se manifestar na sessão de julgamento (fl. 116).

É o relatório do necessário.

CONHECIMENTO

Presentes os pressupostos extrínsecos e intrínsecos de admissibilidade, conheço do recurso.

VOTO

Reconheceu a r. sentença o direito à reintegração da empregada acometida por acidente do trabalho.

Sustenta a Reclamada que o acidente foi provocado pela própria obreira, que se recuperando de uma torção no tornozelo direito, estaria trajando um sapato de salto alto na escada do estabelecimento.

De fato, o acidente do trabalho é um acontecimento ou evento imprevisto, em que não há a vontade do empregado em se machucar.

Se houve a concessão do auxílio-doença pelo INSS, este verificou a ocorrência de acidente do trabalho, sendo garantida a estabilidade. A imprudência alegada pela Reclamada deve ser vista com restrições, vez que (ATENÇÃO PARA ESSE TEXTO --> ) compete à empregadora dirigir a prestação de serviços, devendo valer-se de seu poder disciplinar quando verificado que o vestuário utilizado pela empregada coloca em risco sua integridade física. Ou seja, em última análise, o acidente decorreu de omissão da própria empregadora.

Cumpre ressaltar que para a caracterização do acidente do trabalho não se exige a culpa do empregador, de forma que se torna irrelevante o fato de a escada possuir corrimão e piso anti-derrapante.

Ademais, soa mórbida a alegação de que a Reclamante ao ser cientificada de que seria demitida provocou o acidente. Mais insensata ainda é a justificativa para a demissão de uma empregada estável: "após a alta médica da reclamante, em razão do segundo acidente não restou outra alternativa a reclamada senão dispensá-la imediatamente, pois corria-se o risco de novo acidente estar ocorrendo, visto que a reclamante tem grande facilidade de levar tombos" (fls. 74).

Saliente-se que a Reclamante permaneceu incapacitada por três meses, não sendo crível que uma pessoa lesione sua própria integridade física para garantir o emprego.

DISPOSITIVO

Do exposto, nos termos da fundamentação, nego provimento ao recurso.

É o meu voto.

P. BOLÍVAR DE ALMEIDA

Juiz Relator

fonte: http://www.conjur.com.br/2005-nov-22/cair_salto_alto_acidente_trabalho_decide_justica

http://www.centraljuridica.com/materia/2799/direito_do_trabalho/cair_de_salto_alto_acidente_de_trabalho.html


Video (vejam como a torção pode ser certa, principalmente para quem tem uma vida sedentária)









Dicas

1. Alternar a altura do salto
Se em um dia você usou um salto muito alto, no outro prefira modelos de até quatro centímetros de altura. A prática faz com que a musculatura fique em um estágio intermediário. Pode parecer uma dica de moda, mas o fato é que o mesmo modelo (ou salto) não deve ser usado durante muitos dias para preservar a musculatura dos pés.
2. Modelos alternativos
Compre modelos com o bico e salto quadrado, que oferecem mais estabilidade e conforto. As plataformas – mais indicadas pelos ortopedistas – também são recomendadas porque distribuem melhor o peso por toda a extensão da sola.
3. Sapatos baixos (tênis) para dirigir e andar a pé
Crie um novo hábito. Mantenha no carro um modelo confortável e sem salto – tênis são bons exemplos – para dirigir. As mulheres que utilizam o transporte público, podem adotar o mesmo procedimento. Quando chegar ao trabalho troque pelo modelo de salto alto.
4. Massagear os pés
A massagem nos pés, ao final do dia, ajuda a restabelecer a circulação e funciona como uma prevenção a cãibras e dores musculares. Após a massagem, coloque as pernas para cima por alguns minutos.
5. Alongar a panturrillha
Um dos efeitos de saltos muito altos é o processo de encurtamento da panturrilha. Para prevenir esse impacto negativo, transforme o alongamento da panturrilha em um hábito diário. Ao chegar em casa, no final do dia, utilize um degrau para realizar um exercício simples e que ajuda a manter uma boa circulação do sangue no local: coloque metade do pé sobre o degrau e force a outra metade para baixo. Depois, faça movimentos circulares com os pés para o lado esquerdo e direito. Repita a operação nos dois pés, por 10 minutos.
(*) Dr. Fabio Ravaglia

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O perigos das bacterias

Bactérias podem levar à morte

Segue abaixo uma preciosidade para a área de SSMA. Muito bom mesmo apesar de ser antigo esse video mostra um estudo numa linguagem simples, porém de grande ajuda para nós prevencionistas. Vale ressaltar que este material por ser antigo necessita de atenção para os detalhes (não uso deluvas...).

video

DDS

A falta de tempo faz com que muitas pessoas acabem deixando os cuidados com a alimentação de lado e comendo qualquer coisa na rua. Porém, um simples sanduíche pode representar um sério risco à saúde. Bactérias como a Salmonella spp e a Listeria monocytogenes, amplamente encontradas na natureza, se aproveitam da má higiene na hora do preparo dos alimentos e causam intoxicações que podem até levar à morte.


A salmonella provoca complicações gástricas e intestinais, enquanto a listeria apresenta manifestações clínicas como febre, mal-estar e aumento dos gânglios.
- A salmonella causa problemas no tubo gastro intestinal. Os sintomas são diarréia, vômito, sangramento nas fezes e febre alta. Às vezes, a pessoa elimina a bactéria pelas fezes sem maior complicação, mas pode infectar outras pessoas ao manipular alimentos com as mãos contaminadas - explica o Dr. Edimilson Migowski, infectologista do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG/UFRJ).


Dados internacionais apontam a salmonella como o principal agente de surtos nos EUA. Neste país, entre 1993 e 1997, foram contabilizados 32.610 casos, com 13 mortes. Já a Listeria monocytogenes ocupa o terceiro lugar no ranking dos surtos, respondendo por cerca de 7% dos registros, de acordo com a literatura. Segundo o especialista, essa bactéria é encontrada em uma grande variedade de alimentos crus, como carnes e vegetais não cozidos, além de leite e derivados não pasteurizados.


- A listeria causa febre e mal-estar. Ela se manifesta de forma branda em pessoas com o sistema imunológico saudável, mas pode ser perigosa para aquelas que estão com o sistema imuno deficiente devido a quadros de HIV, leucemia, sessões de quimioterapia e uso de corticóides. Nesses casos, a resposta do organismo à infecção é pior e a doença se manifesta com maior gravidade - diz o Dr. Edimilson.


- O mais arriscado é quando a listeriose acomete gestantes, podendo gerar meningite no recém-nascido. Apesar de raramente apresentar sintomas na mãe, se a meningite não for diagnosticada e tratada a tempo, pode levar ao óbito do bebê - avalia Migowski, acrescentando que o diagnóstico que acusa a presença ou não da bactéria em mulheres grávidas deve ser feito durante o pré-natal.


Para evitar a contaminação pela salmonella e pela listeria é aconselhável seguir à risca cuidados com a higiene na manipulação e conservação dos alimentos.
- No caso da listeria, se o alimento for manipulado de acordo com práticas de higiene adequadas, como a pasteurização, você acaba diminuindo bastante ou neutralizando o risco da presença dessa bactéria, que é mais comum em regiões rurais - orienta o professor.
- Já a salmonella, mais freqüente nos centros urbanos, é adquirida principalmente ao ingerir alimentos mal lavados - reforça.


Para quem não tem tempo de preparar as refeições em casa e adere à praticidade de almoçar em restaurantes, a atenção deve ser redobrada:
- É aconselhável evitar restaurantes que não zelam pela qualidade, mesmo que sejam baratos. Uma boa dica é não ingerir saladas e carnes cruas e optar pelos legumes cozidos. Se não se pode descascar, lavar ou ferver, não se deve comer - ressalta.

A população que vive em bairros que não têm saneamento básico adequado deve recorrer a procedimentos de higienização da água:
- Nesse caso, o ideal é ferver a água para o uso doméstico, além de colocar uma colher de sopa de água sanitária no recipiente onde se lava os vegetais, para desinfetá-los. Quem usa água mineral tem que fazer a higiene do garrafão antes de abri-lo.