FRASE DA SEMANA (mande a sua)

Na maioria das vezes somos causadores das nossas próprias desgraças!!! "Nogueira"
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terça-feira, 10 de maio de 2011

Tô vendo isso não!!!









Operação reprime plantio irregular de cana na região de Ribeirão Preto

Sete a oito trabalhadores sobre uma carroceria de caminhão, lotada de cana de açúcar. Em movimento constante, o veículo parece querer derrubar os ruralistas, que, incansavelmente, arremessam ao chão lascas de cana, sem qualquer proteção contra quedas.

Proibido desde 2006, com a implementação da Norma Regulamentadora nº 31, que estabelece medidas de medicina e segurança do trabalho em ambientes rurais, o plantio de cana sobre caminhões persiste na região de Ribeirão Preto.

Esta e outras irregularidades foram constatadas entre os dias 22 e 23 de março por procuradores do Ministério Público do Trabalho e auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego, durante a realização de mais uma operação do Grupo Móvel de Fiscalização Rural.

As autoridades visitaram sete municípios no total: Altinópolis, Casa Branca, Pitangueiras, Pontal, Sertãozinho, Tapiratiba e Viradouro. Oito fazendas foram fiscalizadas, entre produtores de cana e usinas de açúcar e álcool.

Em Altinópolis, um dos grupos flagrou o plantio irregular, feito de cima dos caminhões. Duas frentes de trabalho foram interditadas,

Na Fazenda Cascata, que fornece sua produção para a Usina Moreno, havia ao menos três turmas de trabalhadores sem registro em carteira, resultado da subcontratação contínua por meio de empreiteiras, em um total de aproximadamente 50 plantadores.

Além disso, um dos ônibus que transportava trabalhadores não possuía autorização para rodagem, culminando em sua interdição.

Em outras localidades, como Casa Branca e Pitangueiras, os sanitários estavam em más condições de uso, sem assento, papel higiênico e lavatório.

Nas frentes da Usina Itaiquara, com sede em Mococa, trabalhadores caminhavam com botas furadas e equipamentos de proteção vencidos. Mesmo mediante insistentes pedidos dos plantadores, os empregadores não fornecem novos EPIs desde a safra passada. Ferramentas de trabalho, como enxadas, eram pagas do bolso dos próprios empregados. O FGTS de boa parte dos empregados permanece sem recolhimento desde o ano passado.

Até o final desta quarta-feira, foram contabilizadas quase 3 mil pessoas beneficiadas pela ação do Grupo Móvel. As empresas foram notificadas para apresentar documentação perante o Ministério do Trabalho e Emprego em Batatais, para posterior confirmação das multas.

O Ministério Público do Trabalho abrirá representações contra os usineiros e produtores rurais que desrespeitaram a lei trabalhista. As partes serão investigadas pela conduta irregular, e podem ser processadas perante a Justiça do Trabalho.


Fonte: Assessoria Sindical - www.unica.com.br













quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A Prevenção de Incêndios no Brasil

A Prevenção de Incêndios no BrasilAs

autoridades governamentais de nosso país deveriam estar mais atentas à prevenção de incêndios em nossa sociedade antes que seja tarde demais O nosso país é, sem dúvida, um dos mais atrasados do mundo em relação à prevenção de incêndios. Nossos governos, municipais, estaduais e o federal, quase nada fazem para melhorar esta situação; são omissos em relação a este problema que é seríssimo e que provoca a perda de várias vidas. Os poderes públicos, legislativo, judiciário e executivo não têm se empenhado como deveriam na apresentação de leis, decretos e portarias para resolver a questão. O Corpo de Bombeiros não recebe as verbas necessárias para o treinamento adequado de seus componentes e para a efetiva prevenção de incêndios. Dinheiro para a aquisição de veículos então, nem pensar. Recentemente, estive em Porto Alegre e alguns bombeiros da Brigada Militar perguntaram-me, em tom de brincadeira, se eu poderia interceder junto ao comandante do Corpo de Bombeiros de São Paulo, para doação de algumas das viaturas da coleção histórica da corporação que estão em melhores condições do que muitas em uso no Rio Grande do Sul.

O Contru de São Paulo - órgão da prefeitura outrora mais rica do país - não tem em seu quadro funcionários suficientes para fiscalizar as edificações da cidade. E o pessoal que lá está, em sua maioria, padece do mal crônico comum a outras entidades brasileiras: a "má vontade".

As seguradoras só preocupam-se em receber o prêmio do seguro, pouco se importando em cobrar dos clientes as condições ideais de proteção exigidas pelas poucas leis vigentes.

Mesmo grandes hospitais que propagam aos seus clientes serem instituições sérias e seguras, escolas famosas e grandes shoppings centers são verdadeiras "arapucas" prontas para, em caso de incêndio, "torrar" seus ocupantes. Esses estabelecimentos cobram diárias ou mensalidades exorbitantes e não oferecem, em contrapartida, a segurança que seus pacientes, alunos ou clientes merecem.

No mundo todo existem 32 universidades que oferecem curso de graduação em Engenharia de Incêndio, ao passo que no Brasil não temos nenhuma. A escola padrão da América Latina para formação e treinamento de bombeiros, pertencente ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, em Franco da Rocha, está abandonada há anos.

Estas constatações nos levam a refletir sobre a gravidade deste problema e a falta de atenção que é dispensada a tão relevante assunto. Estamos lidando com vidas e mesmo assim, nem as autoridades nem a iniciativa privada se sensibilizam, não encaram a prevenção de incêndios como prioridade. Estamos nos deparando com uma triste realidade e não fazemos nada para mudá-la. Até quando conviveremos com este descaso?
Sérgio Tômas Ceccarelli

http://www.jseg.net/conteudo/artigo.aspx?id=782

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

DDS - QUASE ACIDENTES SÃO SINAIS DE ALERTA

Muitos acidentes quase acontecem... São aqueles que não provocam ferimentos apenas porque
ninguém se encontra numa posição de se machucar. Provavelmente, se nós tivéssemos conhecimento
dos fatos, descobriríamos que existem muito mais acidentes que não causam ferimentos do que aqueles
que causam.
Você deixa alguma coisa pesada cair de suas mãos e não acerta o próprio pé. Isto é um acidente, mas
sem grandes conseqüências ou mesmo um pequeno ferimento. Você sabe o que geralmente faz com
que um quase acidente não seja um acidente com ferimentos? Geralmente é uma fração de segundo ou
uma fração de espaço. Pense bem. Menos de um segundo ou um centímetro separa você ou uma
pessoa de ser atropelado por um carro. Esta diferença é apenas uma questão de sorte? Nem sempre.
Suponha que você esteja voltando para a casa à noite de carro e por pouco não tenha atropelado uma
criança correndo atrás de uma bola na rua. Foi apenas sorte você ter conseguido frear no último
segundo a poucos centímetros da criança? Não. Um outro motorista talvez tivesse atropelado a criança.
Neste exemplo os seus reflexos podem ter sido mais rápido, ou talvez você estivesse mais alerta ou
mais cuidadoso. Seu carro pode ter freios melhores, melhores faróis ou melhores pneus. De qualquer
maneira, não se trata de sorte, apenas o que faz com que um quase acidente não se torne um acidente
real. Quando acontece algo como no caso da criança quase atropelada, certamente, você reduzirá a
velocidade sempre que passar novamente pelo mesmo local, você sabe que existem crianças brincando
nos passeios e que, de repente, elas podem correr para a rua.
No trabalho um quase acidente deve servir como aviso da mesma maneira. A condição que quase
causa um acidente pode facilmente provocar um acidente real da próxima vez em que você não estiver
tão alerta ou quando seus reflexos não estiverem atuando tão bem.
Tome por exemplo, uma mancha de óleo no chão. Uma pessoa passa, vê, dá a volta e nada acontece. A
próxima pessoa a passar pelo local não percebe o óleo derramado, escorrega e quase cai. Sai
desconcertado e resmungando. A terceira pessoa, infelizmente, ao passar, escorrega, perde o equilíbrio
e cai, batendo com a cabeça em qualquer lugar ou esfolando alguma parte do corpo.
Tome um outro exemplo. Um material mal empilhado se desfaz no momento que alguém passa por
perto. Pelo fato de não ter atingido esta pessoa, ela apenas se desfaz do susto e diz. “Puxa, essa passou
por perto!”
Mas se a pilha cai em cima de alguém que não conseguiu ser mais rápido o bastante para sair do
caminho e se machuca, faz-se um barulho enorme e investiga-se o acidente.
A conclusão é mais do que óbvia. NÓS DEVEMOS ESTAR EM ALERTA PARA O QUASE
ACIDENTE. Assim evitamos ser pegos por acidentes reais. Lembre-se que os quase acidentes são
sinais claros de que algo está errado. Exemplo: Nosso empilhamento de material pode estar mal feito;
a arrumação do nosso local de trabalho pode não estar boa. Vamos verificar nosso local de trabalho, a
arrumação das ferramentas e ficar de olhos bem abertos para as pequenas coisas que podem estar
erradas. Relate e corrija estas situações. Vamos tratar os quase acidentes como se fossem um acidente
. Controle e Automação Rua Pedro Álvares Cabral, 415 – B. Coral – Fone: (49)3251-9000 – Lages – SC – www.coisarada.net
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grave, descobrindo suas causas fundamentais enquanto temos chance, pois só assim conseguiremos
fazer de nosso setor de trabalho um ambiente mais sadio.