FRASE DA SEMANA (mande a sua)

Na maioria das vezes somos causadores das nossas próprias desgraças!!! "Nogueira"
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sábado, 12 de abril de 2008

Dicas: Não balance a caneta laser!

Dica para o uso correto de apontadores luminosos


Hoje é comum apresentadores em palestras e seminários usarem um apontador luminoso, conhecido como caneta laser. Alguns deles têm o hábito de girar a caneta ao redor da área de projeção sobre a qual estão falando. Vamos mostrar aqui inconvenientes desse hábito, que acabam por provocar efeitos contrários aos desejados.
A utilidade
Usar a caneta tem um propósito: indicar à audiência onde prestar atenção. Isso é uma função importante, já que pode haver várias possibilidades e sincronizar a fala do apresentador com o que estamos vendo ou olhando apóia a compreensão. Nosso aproveitamento não será tão bom se, enquanto o apresentador fala, estivermos por exemplo procurando no slide onde está conteúdo relacionado.
Essa condução de atenção é feita pelo facho de luz: o apresentador liga a caneta e a move de forma a apontar um ponto do slide Nós naturalmente seguimos a luz; o apresentador é o líder nesse aspecto.
O inconveniente
Quando o apresentador gira a luz em torno da área-alvo, nós, que estávamos seguindo a luz, tendemos também naturalmente a... continuar seguindo a luz. Ou seja, o apresentador, ao continuar movendo a luz, de fato faz com que nossa atenção seja desviada da área-alvo e tenda a girar junto com a luz.
Assim ao fazer tais movimentos com a caneta laser, quanto mais sucesso o apresentador tem em conduzir a atenção da audiëncia, mais prejudica seus próprios objetivos de informar ou explicar!
A solução
A solução mais óbvia parece ser simplesmente estabilizar a caneta, mas há algo mais. De fato, uma vez que saibamos aonde prestar atenção, não precisamos de mais informações sobre isso e sim nos concentrarmos na leitura e no acompanhamento da fala do apresentador. Assim, e depois que sabemos para onde olhar, a própria presença da luz constitui uma interferência!
A solução portanto é a mais simples possível: apenas indicar onde está o conteúdo de interesse no momento e desligar a caneta, liberando assim a audiência de seguir o apontamento.
O obstáculo
Essa melhoria com relação ao uso da caneta lase foi sugerida a alguns palestrantes, mas em todos os casos os envolvidos continuaram a fazer a mesma coisa. Isso pode ter ocorrido porque não ficaram convencidos ou porque não conseguiram ou não souberam mudar, o que é compreensível porque na hora da ação nossa atenção tem coisas mais importantes a enfatizar do que hábitos motores. Certas ações têm mesmo que ser feitas subconscientemente, liberando nossa percepção e pensamento para o ambiente e ações que requerem decisões de tempo real. Mas um risco potencial de comportamentos automatizados é continuar executando o comportamento anterior, mesmo quando uma nova e melhor opção se apresenta.
Caminhos
Pode lhe parecer um tanto quanto óbvio, mas um caminho para mudar um hábito é exercitá-lo, ou seja, praticar um pouco o novo hábito, em condições controladas. Um facilitador da mudança é concentrar-se em um objetivo de cada vez, ou seja, quando estiver exercitando um novo hábito quanto a apontadores, enfoque apenas isso, e ignore outros aspectos da apresentação, como por exemplo postura, posicionamento, oratória e conteúdo.
Para acelerar a estabilização da mudança, você pode também executar os exercícios bem lentamente no início (veja Aprendizagem: Aprender também o contrário???). Para testar, simule condições realistas e veja se seu comportamento espontâneo passou a ser o novo.
Uma opção de prática que pode ser feita em qualquer lugar é ensaiar mentalmente, imaginando um cenário em que você está apresentando com caneta laser e inserindo nele o novo comportamento.
Virgílio Vasconcelos Vilela

domingo, 6 de abril de 2008

Não balance a caneta laser!

Dica para o uso correto de apontadores luminosos
Hoje é comum apresentadores em palestras e seminários usarem um apontador luminoso, conhecido como caneta laser. Alguns deles têm o hábito de girar a caneta ao redor da área de projeção sobre a qual estão falando. Vamos mostrar aqui inconvenientes desse hábito, que acabam por provocar efeitos contrários aos desejados.
A utilidade
Usar a caneta tem um propósito: indicar à audiência onde prestar atenção. Isso é uma função importante, já que pode haver várias possibilidades e sincronizar a fala do apresentador com o que estamos vendo ou olhando apóia a compreensão. Nosso aproveitamento não será tão bom se, enquanto o apresentador fala, estivermos por exemplo procurando no slide onde está conteúdo relacionado.
Essa condução de atenção é feita pelo facho de luz: o apresentador liga a caneta e a move de forma a apontar um ponto do slide Nós naturalmente seguimos a luz; o apresentador é o líder nesse aspecto.
O inconveniente
Quando o apresentador gira a luz em torno da área-alvo, nós, que estávamos seguindo a luz, tendemos também naturalmente a... continuar seguindo a luz. Ou seja, o apresentador, ao continuar movendo a luz, de fato faz com que nossa atenção seja desviada da área-alvo e tenda a girar junto com a luz.
Assim ao fazer tais movimentos com a caneta laser, quanto mais sucesso o apresentador tem em conduzir a atenção da audiëncia, mais prejudica seus próprios objetivos de informar ou explicar!
A solução
A solução mais óbvia parece ser simplesmente estabilizar a caneta, mas há algo mais. De fato, uma vez que saibamos aonde prestar atenção, não precisamos de mais informações sobre isso e sim nos concentrarmos na leitura e no acompanhamento da fala do apresentador. Assim, e depois que sabemos para onde olhar, a própria presença da luz constitui uma interferência!
A solução portanto é a mais simples possível: apenas indicar onde está o conteúdo de interesse no momento e desligar a caneta, liberando assim a audiência de seguir o apontamento.
O obstáculo
Essa melhoria com relação ao uso da caneta lase foi sugerida a alguns palestrantes, mas em todos os casos os envolvidos continuaram a fazer a mesma coisa. Isso pode ter ocorrido porque não ficaram convencidos ou porque não conseguiram ou não souberam mudar, o que é compreensível porque na hora da ação nossa atenção tem coisas mais importantes a enfatizar do que hábitos motores. Certas ações têm mesmo que ser feitas subconscientemente, liberando nossa percepção e pensamento para o ambiente e ações que requerem decisões de tempo real. Mas um risco potencial de comportamentos automatizados é continuar executando o comportamento anterior, mesmo quando uma nova e melhor opção se apresenta.
Caminhos
Pode lhe parecer um tanto quanto óbvio, mas um caminho para mudar um hábito é exercitá-lo, ou seja, praticar um pouco o novo hábito, em condições controladas. Um facilitador da mudança é concentrar-se em um objetivo de cada vez, ou seja, quando estiver exercitando um novo hábito quanto a apontadores, enfoque apenas isso, e ignore outros aspectos da apresentação, como por exemplo postura, posicionamento, oratória e conteúdo.
Para acelerar a estabilização da mudança, você pode também executar os exercícios bem lentamente no início (veja Aprendizagem: Aprender também o contrário???). Para testar, simule condições realistas e veja se seu comportamento espontâneo passou a ser o novo.
Uma opção de prática que pode ser feita em qualquer lugar é ensaiar mentalmente, imaginando um cenário em que você está apresentando com caneta laser e inserindo nele o novo comportamento.
Virgílio Vasconcelos Vilela

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

20 Dicas para Falar em Público

ESSA MATÉRIA VAI AJUDAR MUITO QUEM FAZ TREINAMENTOS E PRECISA ELABORAR UMA PALESTRA.
20 Dicas para Falar em Público

1. Observe bons oradores. Quem são seus grandes mestres em oratória? Em quem você se espelha para falar em público? Bons exemplos são de grande valia, afinal eles podem ajudar (e muito) no seu desempenho.
2. Tenha um objetivo. Qual é o tema que você se propôs a discursar? Por quê? A quem se direciona? O que motivaria alguém a ouvi-lo? Quais os ganhos que essa pessoa teria? Não fale só o que você quer, mas o que as pessoas precisam. Não fale qualquer coisa, seja relevante!
3. Pense positivamente. A maioria das pessoas, antes de falar em público, enche a cabeça ?de minhoca?: ?não vou conseguir?, ?vai dar tudo errado?, ?o que a platéia vai pensar de mim? etc. Esses pensamentos, além de aumentar a ansiedade, só atrapalham a sua performance como orador. Pense que vai dar tudo certo, você consegue!
4. Treine antes de falar em público. Ninguém consegue correr uma maratona sem antes treinar. Você terá um melhor desempenho e ficará mais seguro se praticar seu discurso antes de pronunciá-lo. Treine sozinho, com os amigos, na frente do espelho etc.
5. Não decore palavra por palavra. Querendo ou não, as pessoas percebem quando seu discurso está decorado, pois ele não ?flui?, fica artificial. Grife palavras-chaves no seu texto, faça anotações que lhe serão úteis ao longo da apresentação e procure ser o mais natural possível.
6. Cuide da gramática. Até os melhores oradores ?escorregam na língua?, mas isso não significa que você precisa ir ?ladeira abaixo? com ela. Revise seu texto antes de expô-lo e tenha a certeza de que ?cê num vai errá no portugueis?.
7. Estude sobre o que você vai falar. A maioria das pessoas não gosta de comida crua, muito menos de um discurso ?mal passado?. Prepare seu texto, acrescente ingredientes consistentes, fuja do ?arroz com feijão?, do senso comum, da informação de ?domínio público?. Estude e esteja preparado, seus convidados agradecem.
8. Tenha confiança em si. Se você tem um objetivo com o seu discurso, treinou e estudou o texto e considera-o relevante ao público alvo, não há por que temer. Naquele lugar, você é quem mais sabe sobre o assunto exposto!
9. Partilhe suas experiências. ?Conheci meu marido em um almoço de negócios? pode ser um exemplo bastante interessante em um discurso. Geralmente, quando você compartilha sua vida com seu público, este se identifica com você e presta mais atenção naquilo que você tem a dizer.
10. Limite o assunto. Discursar sobre ?Os Efeitos Positivos do Brigadeiro na Alimentação? não quer dizer que você também deva falar sobre o beijinho, o olho-de-sogra, o cajuzinho etc. Não perca o foco daquilo que você se propôs a dizer. Além de deixar o discurso longo e cansativo, você pode deixar seu público se perguntando: ?sobre o que ele falou??.
11. Apóie suas idéias. Se eu dissesse que a frase ?nada há que não exista? foi de minha autoria, você a acharia boba e sem sentido; porém, se eu dissesse que Carlos Drummond a escreveu, você, com certeza, pensaria melhor antes de julgá-la. Portanto, apóie suas idéias em pesquisas concretas e confiáveis, em citações sérias e em escritores coerentes.
12. Use ilustrações e exemplos. Dificilmente você dará uma palestra a um grupo de filósofos, portanto não deixe que seu discurso se torne subjetivo e fique apenas no ?mundo das idéias?. Exemplifique, conte histórias, mostre imagens.
13. Varie o tom da voz e sua expressão corporal. Não deixe seu discurso cair na monotonia. Use gestos, fale mais alto em alguns momentos, demonstre que você realmente acredita no que está falando!
14. Seja modesto. Ninguém assiste a uma palestra a fim de saber quantos diplomas você tem, em quantos países já foi passar as férias, quantos carros você possui etc. Exibicionismo gera um efeito negativo na platéia. Quando for falar das suas conquistas pessoais e profissionais, tome cuidado para não exagerar!
15. Faça seu público participar. Com certeza as pessoas aprendem melhor praticando do que apenas ouvindo. Jogue uma pergunta ao seu público, desenvolva uma atividade relacionada à sua palestra, faça uma dinâmica! Seu discurso ficará mais interessante e o ouvinte aprenderá melhor.
16. Cuidado com seu vocabulário. Não use um vocabulário técnico da área jurídica se você não vai dar uma palestra para advogados. É importante você conhecer seu público e falar ?a língua deles?.
17. Seja você mesmo. Os melhores oradores são aqueles que seguem um estilo próprio, sem imitações nem superficialidade. Seja natural, use seus talentos para atrair a platéia.
18. Identifique-se com seu público. Não demonstre que você é um estranho que ?caiu de pára-quedas? no meio daquelas pessoas. Converse sobre assuntos que fazem parte do cotidiano daquele grupo, busque pontos em comum com os participantes, enfim: interaja!
19. Faça uma conclusão. Não se esqueça de ?amarrar? todo o assunto apresentado no seu discurso. Isso evita possíveis incompreensões que possam ter surgido ao longo da palestra e ajuda o participante a gravar o conteúdo.
20. Não fale ?concluindo? se sabe que vai discursar por mais 40 minutos. Essa dica é muito importante! A maioria das pessoas fica com raiva daquele palestrante que diz estar finalizando seu discurso mas não o termina nunca! Dizendo: ?concluindo?, termine!