FRASE DA SEMANA (mande a sua)

Na maioria das vezes somos causadores das nossas próprias desgraças!!! "Nogueira"
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sábado, 13 de fevereiro de 2010

PERIGO: BOLSAS DAS MULHERES


Você já notou que as mulheres colocam suas bolsas em pias e pisos de banheiros públicos e depois vão diretamente para suas mesas de jantar e colocam-nas sobre a mesa?

Nem sempre é o "alimento do restaurante" que provoca angústia no estômago. Às vezes, 'o que você não conhece vai feri-lo' ! Leia até o fim .............


Mamãe fica tão chateada quando os convidados chegam na porta e jogam suas bolsas no balcão onde ela cozinha ou prepara os pratos. Ela sempre disse que as bolsas são realmente sujas por causa de onde estiveram antes. As mulheres carregam bolsas em todo lugar, do escritório a sanitários públicos, ao chão do carro. A maioria das mulheres não vive sem suas bolsas, mas você já parou para pensar onde vai sua bolsa durante o dia?

'Eu dirijo um ônibus escolar, por isso a minha costuma ficar no chão dele ", diz uma mulher. 'No piso do meu carro, e nos banheiros'. "Eu coloquei minha bolsa em carrinhos de compras e no chão do banheiro", diz outra mulher 'e, claro, na minha casa, que deveria ser limpa."


Para descobrir se bolsas portam uma grande quantidade de bactérias, decidimos testá-las no Nelson Laboratories, em Salt Lake City, e, em seguida, partimos para testar a bolsa comum da mulher média. Acontece que bolsas são tão surpreendentemente sujas, que mesmo os microbiologistas que testaram ficaram chocados.

A microbiologista Amy Karen, do Nelson Labs, diz que quase todas as bolsas que foram testadas não só apresentaram níveis elevados em bactérias, mas ricos em espécies de bactérias nocivas. Pseudomonas que podem causar infecções oculares, Aurous Staphylococcus que podem provocar infecções cutâneas graves e as salmonelas E-coli encontradas nas bolsas podem causar doenças sérias. Em uma amostragem quatro das cinco bolsas testou positivo para as salmonelas, e isso não é o pior. "Há coliformes fecais nas bolsas", diz Amy.


Bolsas de couro ou vinil tendem a ser mais limpas do que bolsas de pano, e o estilo de vida parece desempenhar um papel. As pessoas com filhos tendem a ter bolsas mais sujas do que aquelas que não os tem. Com uma exceção, a bolsa de uma mulher solteira que freqüentava boates tinha uma das piores contaminações de todas. "Algum tipo de fezes, ou, eventualmente, vômito", diz Amy.


Assim, a moral desta história é que sua bolsa não vai matá-la, mas ela tem o potencial de fazer você ficar muito doente se você a mantiver em lugares onde você come. Use ganchos para pendurar sua bolsa em casa e banheiros, e não coloque-a em sua mesa, uma mesa de restaurante, ou em sua bancada de cozinha.


Especialistas dizem que você deve pensar em sua bolsa da mesma forma que um par de sapatos. "Se você pensar em colocar um par de sapatos em sua bancada, que é a mesma coisa que você está fazendo quando você colocou sua bolsa sobre a bancada." Sua bolsa foi onde as pessoas antes andaram, sentaram, espirraram, tossiram, cuspiram, urinaram, defecaram, etc! Você realmente quer trazer tudo isso para casa com você? O microbiologista no Nelson Lab disse ainda que a limpeza de uma bolsa vai ajudar. Lave as bolsas de pano e use limpa-couro para limpar o fundo de bolsas de couro.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

DDS - Uso de cotonete pode perfurar o tímpano


Uso de cotonete pode perfurar o tímpano
Infecções de ouvido também são causadas pelo mau uso



Limpar os ouvidos com cotonete já virou um hábito para grande parte da população brasileira, que vê a atitude como uma parte da higiene geral do corpo. São minutos gastos com o esfrega-esfrega do cotonete, tudo para não deixar nenhum resquício de cera nos canais externos do ouvido. O problema, que muita gente desconhece, é que esse pequeno hábito pode gerar diversos riscos para saúde dos ouvidos, podendo ocasionar lesões sérias, que necessitam de cirurgia para correção.Entre os perigos que envolvem o uso das conhecidas hastes flexíveis estão infecções como otites externas e até mesmo lesões no tímpano. "A cera do ouvido é produzida por diversas glândulas especiais existentes no canal auditivo mais externo. O uso inadequado de cotonetes pode oferecer diversos problemas para saúde. Entre eles infecções, que podem variar, sendo leves ou graves e lesões membrana timpânica, que perfuram os tímpanos e necessitam de cirurgia para correção", explica o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital Beneficência Portuguesa.Acreditar que estamos retirando toda a cera dos ouvidos é uma grande ilusão. O otorrino explica que o máximo que conseguimos é empurrar a cera em direção aos tímpanos. "O que sai no cotonete é apenas o que está sendo expelido pelo nosso organismo, já que as orelhas possuem um mecanismo que traz a cera em direção ao orifício auditivo externo, quando ela não possui mais utilidade. O restante é empurrado para os tímpanos. Essa atitude estimula as glândulas ceruminosas que produzem uma maior quantidade de cera. Resumindo, quanto mais limpamos, mais cera nosso organismo produz"Limpando corretamenteNosso organismo é preparado para eliminar a cera em excesso e trabalha também com um processo de autolimpeza. "A cera que permanece no canal externo do ouvido, normalmente seca e vira uma espécie de pó, que é prontamente eliminada pelo organismo", explica o médico.Mas, se você acredita que não consegue esperar esse processo, não precisa entrar em pânico. De acordo com Marcelo Alfredo, existe um modo de eliminar a cera em excesso, sem oferecer mais riscos para saúde. "A melhor maneira de retirar a cera que está sendo expelida pelo organismo, sem prejudicar a saúde dos ouvidos, é utilizar uma toalha e fazer a limpeza logo após o banho. O correto é limpar somente até onde o dedo alcança. Assim, não empurramos a cera em direção aos tímpanos e tiramos todo o excesso"FunçãoMesmo retirando toda a cera dos ouvidos, sem empurrá-la para dentro (função quase impossível de acordo com o especialista), estaríamos colocando a saúde dos ouvidos em risco. "Pode não parecer, mas a cera produzida pelo nosso organismo é responsável por garantir proteção e deixar as infecções bem longe. A remoção da cera deixa o ouvido mais vulnerável às infecções, que podem resultar até mesmo em problemas de audição. Ela também é responsável por proteger a fina pele do canal auditivo, evitando algumas ameaças como: detritos, areia, água e microorganismos. E não deixando que eles cheguem até o tímpano".Cera em excessoEm alguns casos a cera é produzida em excesso ou os canais auditivos são estreitos e tortuosos demais. Quando isso acontece o tímpano pode ser "tampado" causando dificuldade na audição. "Nessas situações a cera precisa ser retirada por um especialista. Existem modos de fazer isso, como lavagem ou aspirações, tudo com instrumentos especiais que não agridam os ouvidos. A importância de uma especialista para esses casos está no risco de perfuração do tímpano que pode acarretar em diversos problemas de audição", alerta Marcelo Alfredo.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Sutiã comprado em lojas, não use sem lavar

Segundo informações, isso aconteceu porque elas compraram o "sutiã" e usaram sem lavar.

logo no inicio eu achei que fosse câncer, mas procurei me informar e verifiquei que essa história do "sutiã" pode ser verdade.

de qualquer forma...
Muito cuidado vcs mulheres e vcs maridos com suas esposas.







terça-feira, 15 de abril de 2008

PESQUISA: Higiene e Trabalho

'ESTOU DISPONIBILIZANDO PRA VCS ESSE MATERIAL DE PESQUISA. É MUITO BOM!"

SUGIRO QUE VCS IMPRIMAM E O TENHAM COMO FONTE PESQUISA!

UM GRANDE ABRAÇO!

1. Química e Câncer
O assunto saúde versus produtos químicos parece ser o grande tema de nossa época, em razão do crescimento do setor, do aparecimento de novos produtos a cada ano e do desconhecimento da maioria dos riscos que a manipulação, fabricação e consumo desses produto representa para o meio ambiente, população em geral e trabalhadores.
Dois grandes eventos mundiais - o Medichem, que se realizou na Bahia, e a conferência do Colégio Ramazzini, na Itália - cuidaram especificamente do assunto. O primeiro foi patrocinado pela indústria química e, portanto, não foi aceito sem ressalvas. O sgundo reuniu especialistas de várias partes do mundo, que traçaram um quadro dramático da situação, a nível mundial, observando que é especialmente crítica nos países do terceiro mundo.
O Dr. Cesre Maltoni, no Instituto de Oncologia de Bolonha afirmou que desde o início da década de 70 são observadas três conclusões importantes: 1) Há, no ambiente, muitos agentes sob a forma de compostos industrias que podem produzir câncer; 2) Apenas pequenos números desses agentes sob a forma adequadamente estudados para verificar se são carcinogênicos e em que grau; 3) A ciência dispõe dos instrumentos para identificar agentes e fatores carcinogênicos, presentes nesses ambientes, e quantificar seu grau de risco.
Nos últimos anos, e principalmente agora, a contribuição da ciência quanto a suituação de exposição carcinogênica tem sido usada principalmente para corrigir situações tidas como perigosas e, portanto, tem sido considerada uma ação dialeticamente contrária à estabilidade sócio-econômica e ao desenvolvimento tecnológico.
Acreditamos, agora, que a pesquisa biomédica a respeito da carcinogênese ambiental objetiva identificar e corrigir situações reais de risco criadas no passado, mas cada vez mais assume a finalidade de orientar a tecnologia para um tipode desenvolvimento mais respeitoso no que se refere aos recursos naturais ao meio ambiente e ao homem.
A pesquisa no campo da carcinogênese ambiental e ocupacional está, logicamente, abaixo das necessidades.
Há, entretanto muitos programas importantes sendo desenvolvido, promovidos pelos Governos, indústrias, agências nacionais e internacionais, academias, associações, etc...
Os resultados são impressionantes. Recentemente, verificaram-se descobertas importantes a respeito de substâncias químicas que causam câncer, a maioria fornecidas por laboratórios experimentais que, em nossa opinião merecem atenção especial.
A razão para esta atenção está, principalmente, no grande volume da produção e amplo uso destes compostos. É hora de fato, de entender que não é importante, apenas, saber quais são os compostos perigosos, mas muito mais, como cada um deles está presente (em outras palavras: quanto siginifica demasiado).

Os compostos seguintes devem ser considerados:
1) gasolina
2) aromáticos (benzeno, tolueno, xileno)
3) solventes clorados
4) 1,3 butamedieno
5) formaldeído
6) asbestos modificados

1) GASOLINA
Há poucas ou talvez nenhuma, mercadoria de produção tão difundida quanto a gasolina. Gasolina é uma mistura de muitas substâncias químicas, cuja composição pode variar de um país para outro, de uma companhia para outra, de um período de tempo para outro, dependendo de fatores técnicos e econômicos.
Um estudo sobre a inalação de gasolina sem chumbo tetraetila, feito nos Estados Unidos, mostrou que a gasolina produz tumores malignos e benignos nos ratos.

2) AROMÁTICOS
a) Benzeno
É um dos constituintes da gasolina comercial (de 0,5 a 15 por cento). A produção mundial (principalmente através do óleo cru) para usos diversos é estimada em 15 milhões de toneladas por ano. No total, 32 milhões de toneladas de benzeno circulam no globo por ano. Quatro milhões de toneladas estima-se, são lançadas para o meio ambiente.
O benzeno é amplamente usado como produto químico intermediário para a produção de muitos compostos industrias. Foi muito utilizado no passado nos países industrializados, e ainda é nos países em desenvolvimento, como solvente de tintas, borracha e cimento-borracha.



b) Tolueno
É um dos constituintes da gasolina comercial (de 2 a 17 por cento). A produção mundial para usos diversos é estimada em 10 milhões de toneladas por ano. É obtido principalmente, a partir do óleo cru.
c) Xileno
O xileno (dimetilbenzeno) existe em três formas isoméricas: orto, meta e para. O produto comercial, comumente conhecido como “xilol” é uma mistura desses três isômeros. É um dos constituintes da gasolina comercial (de 5 a 13 por cento). A produção mundial de xileno para vários usos é estimada em torno de 5 milhões de toneladas por ano. É produzido principalmente a partir do óleo cru.
É um importante produto inicial e intermediário para síntese em diversas industrias químicas.É amplamente utilizado como solvente na indústria gráfica, da borracha e do calçado, como agente de limpeza e desengraxante.

SOLVENTES CLORADOS
a) Tricloroetileno (TCE)
A produção de TCE na Europa Ocidental, Estado Unidos e Japão está em torno de 650.000 toneladas por ano. O TCE é amplamente utilizado como desengraxante de partes metálicas, um agente de limpeza a seco, um tinner para tintas, lacas, vernizes e alcatrão e um solvente para a borracha. Além disso, é utilizado na limpeza de equipamentos eletrônicos, lentes, material fotográfico e na extração de óleo e gorduras de produtos animais e vegetais. O TCE pode ser encontrado em diversos produtos comercializados sob marcas registradas.
O conjunto de dados disponíveis mostra que o TCE causa:
1) um aumento da incidência de carcinomas hepatocelulares e tumores pulmonares em camundongos suscetíveis;
2) um aumento de tumores na célula de Leyding nos testes com camundongos;
3) um aumento de linfomas, não relacionado com a dose, em ratos e nesta espécie também;
4) a indução, em altas doses e com baixa incidência de um tumor que raramente ocorre, isto é, o adenocarcinoma renal tubular. Tumores renais foram precedidos por - e associados com - uma mudança peculiar nas células dos tubos renais: megalonucleocitose dos tubos renais.



b) Outros Solventes clorados
Outros solventes clorados importantes são: o tetracloroetileno (TTCE) (produção mundial de 600.000 toneladas por ano); Cloreto de metileno (produção mundial de 570.000 toneladas por ano).
Todos estes três compostos foram submetidos a bioensaios de carcinogênese de longo prazo em vários laboratórios, incluindo aquele do Instituto de Oncologia de Bolonha.
Os resultados destes bionsaios, não tão extensos quanto aqueles desenvolvidos sobre TCE, podem ser resumidos como segue:
à o tetracloroetileno causa uma incidência crescente de leucemia e o aparecimento do rato tumor tubular renal em ratos, e aumento na incidência de tumores hepatocelulares benignos e malignos em camudongos (NTP, 1985);
à o metilclorofórmio causa um aumento na incidência de neoploasia hemolinforeticulares em ratos (Maltoni et al., na empresa);
à o cloreto de metileno, descobriu-se, causa um aumento na incidência de sarcomas subcutâneos da região salivar e de tumores mamários benignos em ratos (Burek et al., 1984) e um aumento leve de tumores hepatocelulares benignos e malignos e neoplasmas nas glândulas de Harderian em camundongos (NCA,1983).

4) 1,3-BUTADIENO
A produção americana de l,3-butadieno atingiu 36ton (mais de um milhão de toneladas por ano). É um gás incolor produzido comercialmente como co-produto do etileno, pela desidrogenação oxidante de n-butenos e pela desidrogenação do n-butano.
O 1,3-butadieno é utilizado como intermediário na produção de elastômeros, polímeros e produtos químicos, incluindo-se dois fungicidas,captan e “captofol”.
O 1,3-butadieno é primariamente um contaminante do ar, mas foi detetado também na água potável nos Estados Unidos.
O 1,3-butadieno comprovou aumentar a incidência de vários neoplasmas em ratos, incluíndo o hemangiosarcoma do coração, linfomas malignos, adenomas bronquiolares e alveolares do pulmão e carcinomas, papilomas escamosos das células ou carcinomas do estômago anterior e vários outros tumores (NTP, 1984).



5) FORMALDEÍDO
A produção mundial de formaldeído (que é relatada em termos de 37 por cento de solução aquosa - “formalina gelada”) é estimada em cerca de 10 milhões de toneladas por ano. É produzido pela oxidação do metanol com o ar, na presença de um catalisador.
O formaldeído pode estar presente em alguns alimentos, naturalmente (muito mais do que como resultado da contaminação). Descobriu se também sua presença na fumaça de cigarro.
O formaldeído é usado para manufatura de plásticos e resinas (uso mais intenso), para a produção de produtos intermediários e para usos diversos (incluindo cosméticos, desodorantes e desinfetantes).
Comprovou-se que a exposição ao vapor de formaldeído induz a carcinomas escamosos da cavidade nasal em ratos machos e fêmeas e, possivelmente, em camundongos (Swenberg et al., 1980; Kerns et al., 1982; Albert et al., 1982).

6) ASBESTOS MODIFICADOS
O asbestos é um material importante para extensa gama de utilização e é extraído numa base de milhões de toneladas por ano.
O asbestos natural de diferentes tipos e origens é conhecido como carcinogênico para seres humanos e animais submetidos a experiências. O mesotelioma da pleura e do peritônio é o tumor mais especificamente relacionado à exposição ao asbestos.
Esta estratégia requer substitutos industriais. Uma variedade destes substitutos (fibra de vidro, fibras sintéticas, etc.) foi proposta no passado. Entretanto, a fibra de vidro foi responsabilizada por induzir a mesoteliomas em camundongos. Outros materiais demonstraram não ser tecnologicamente adequados. Recentemente, foi feito um esforço tecnológico para modificar as propriedades físico-químicas da crisotila (o tipo mais difundido de amianto), com técnicas industriais confiáveis, de modo a reduzir o risco carcinogênico deste mineral.
Pesquisas recentes, levadas a cabo no Instituto de Oncologia de Bolonha, mostraram que em condições experimentais, os efeitos carcinogênicos da crisotila natural podem ser reduzidos modificando suas características físico-químicas

(Maltoni et al., na impresnsa).