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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
terça-feira, 16 de setembro de 2008
UMA VERDADE SOBRE ORKUT
>
> Texto de autoria de Marco André Vizzortti
> Professor de Informática da USP
>
>
> Dêem uma pausa e reflitam sobre a verdade do que está escrito abaixo.
>
> O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos,
> saber notícias de quem está distante e mandar recados.
> Hoje está sendo utilizado com o propósito de,
> creio ser o seu maior trunfo, obter informações
> sobre uma classe privilegiada da população brasileira.
> Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?
> Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados
> de intimidade, de forma tão irresponsável e leviana.
> Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que
> seus filhos estavam sendo seqüestrados?
> Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros?
> Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conhecia faz tempo?
> Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e
> não viu ninguém?
> Pois é.
> Ta tudo lá. No ORKUT.
> Com cinco minutos de navegação eu sei que você tem dois filhos,
> tem um namorado, estuda no colégio tal, freqüenta cinemas.
> E o melhor de tudo, com uma foto na mão, identifico seu rosto
> em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua.
> Afinal, já sei onde você está.
> É só ler os seus recadinhos.
> Faço um pedido:
> Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente
> e depois não lamente, nem se desespere,
> caso seja vítima de uma armação.
> Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima.
> O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você
> deixou.
> A foto dos meninos estava lá.
> Teu local de trabalho estava lá.
> A foto do hotel 5 estrelas na praia estava lá.
> A foto da moto que está na garagem estava lá.
> Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado.
> Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos.
> Até que um dia a ameaça será fato real.
> Tarde demais.
> Se você me entendeu, ótimo!
> Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos
> E imagens de seus filhos menores
> e parentes que não merecem passar por
> situações de risco que você os coloca.
> Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável.
> Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas
> já passaram por dramas gratuitos,
> sem perceber que tinham sido vítimas
> da própria imprudência. falta de malícia para a vida nos induz
> a correr riscos desnecessários.
> Não só de ORKUT vive a maioria dos internautas.
> Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido
> colocamos uma informação que pode nos prejudicar.
> Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da
> rede..
> O papo pode ser muito bom, legal.
> Mas disponibilizar informações a nosso respeito
> pode se tornar perigoso ou desagradável.
> Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
> Marco André Vizzortti*
> Professor de Informática
> Texto de autoria de Marco André Vizzortti
> Professor de Informática da USP
>
>
> Dêem uma pausa e reflitam sobre a verdade do que está escrito abaixo.
>
> O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos,
> saber notícias de quem está distante e mandar recados.
> Hoje está sendo utilizado com o propósito de,
> creio ser o seu maior trunfo, obter informações
> sobre uma classe privilegiada da população brasileira.
> Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?
> Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados
> de intimidade, de forma tão irresponsável e leviana.
> Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que
> seus filhos estavam sendo seqüestrados?
> Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros?
> Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conhecia faz tempo?
> Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e
> não viu ninguém?
> Pois é.
> Ta tudo lá. No ORKUT.
> Com cinco minutos de navegação eu sei que você tem dois filhos,
> tem um namorado, estuda no colégio tal, freqüenta cinemas.
> E o melhor de tudo, com uma foto na mão, identifico seu rosto
> em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua.
> Afinal, já sei onde você está.
> É só ler os seus recadinhos.
> Faço um pedido:
> Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente
> e depois não lamente, nem se desespere,
> caso seja vítima de uma armação.
> Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima.
> O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você
> deixou.
> A foto dos meninos estava lá.
> Teu local de trabalho estava lá.
> A foto do hotel 5 estrelas na praia estava lá.
> A foto da moto que está na garagem estava lá.
> Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado.
> Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos.
> Até que um dia a ameaça será fato real.
> Tarde demais.
> Se você me entendeu, ótimo!
> Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos
> E imagens de seus filhos menores
> e parentes que não merecem passar por
> situações de risco que você os coloca.
> Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável.
> Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas
> já passaram por dramas gratuitos,
> sem perceber que tinham sido vítimas
> da própria imprudência. falta de malícia para a vida nos induz
> a correr riscos desnecessários.
> Não só de ORKUT vive a maioria dos internautas.
> Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido
> colocamos uma informação que pode nos prejudicar.
> Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da
> rede..
> O papo pode ser muito bom, legal.
> Mas disponibilizar informações a nosso respeito
> pode se tornar perigoso ou desagradável.
> Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
> Marco André Vizzortti*
> Professor de Informática
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sexta-feira, 7 de março de 2008
DDS motivacional - O galo velho e o galo novo
Na fazenda do Sr. Arlindo não havia grandes plantações, mas no terreiro, atrás da casa, tinha uma vasta criação de galinhas, que dava gosto de ver. Os ovos eram uma beleza! Não como esses que se encontram nas granjas e aviários, mas aqueles de gema amarelinha, saborosíssimos.
O "Seu Arlindo" tinha inúmeras galinhas, mas um só galo. Era o velho Bastião, que reinava soberano no terreiro, já com muitos anos de bons serviços prestados.
Tudo corria em muita paz, até que chegou na fazenda um galo jovem, de bico grande, chamado Fincudo. É claro que o "clima" não tardou a ferver.
Bastião e Fincudo não podiam nem se ver. Ainda que as galinhas fossem muitas, cada um dos galos queria reinar com absoluta soberania, o que significava que um dos dois tinha de partir. Em diálogo, nem pensar! A coisa tinha de ser resolvida na força, numa "briga de galo".
A briga foi ferrenha. Os dois se "pegaram" na porta do galinheiro e foram se bicando e pulando de um canto a outro do terreiro. As galinhas cacarejavam loucamente para todo lado. A confusão era total, até que algum tempo depois, o velho Bastião, já cansado, deu-se por vencido.
Fincudo era só orgulho. Deu uma olhada de ponta a ponta no terreiro e sua crista estava mais em pé do que nunca. Um momento de conquista como esse tinha de ser comemorado "em grande estilo". Nada mais adequado do que cantar de galo, lá de cima do telhado.
Fincudo subiu em cima da cerca, de lá pulou para o telhado da varanda, que era mais baixo e, não satisfeito, de lá voou para o alto do telhado principal da sede da fazenda. O jovem galináceo estufou o peito e soltou: "Có có có có!"
O som foi tão alto que chamou a atenção de um gavião que voava por perto. A ave bateu forte suas asas e, num vôo rasante e fulminante, arrebatou Fincudo do telhado, levando-o em suas garras possantes.
E lá se foi o pobre galo, infeliz, para ser devorado, não se sabe onde, enquanto o velho Bastião reassumia suas funções novamente.
A fábula do galo Fincudo mostra, em sua simplicidade, uma lição de incalculável valor. O que se exalta a si mesmo será, com certeza, abatido. Não escapará nem um sequer. Esse é o caminho mais rápido e mais antigo para a desgraça.
no ambito empresarail não é diferente. Quem de alguma forma sobe passando por cima das pessoas e age com altivez e soberba, certamnte será aniquilado e derrotado de uma forma bem feia!!!
Autor: desconhecido
O "Seu Arlindo" tinha inúmeras galinhas, mas um só galo. Era o velho Bastião, que reinava soberano no terreiro, já com muitos anos de bons serviços prestados.
Tudo corria em muita paz, até que chegou na fazenda um galo jovem, de bico grande, chamado Fincudo. É claro que o "clima" não tardou a ferver.
Bastião e Fincudo não podiam nem se ver. Ainda que as galinhas fossem muitas, cada um dos galos queria reinar com absoluta soberania, o que significava que um dos dois tinha de partir. Em diálogo, nem pensar! A coisa tinha de ser resolvida na força, numa "briga de galo".
A briga foi ferrenha. Os dois se "pegaram" na porta do galinheiro e foram se bicando e pulando de um canto a outro do terreiro. As galinhas cacarejavam loucamente para todo lado. A confusão era total, até que algum tempo depois, o velho Bastião, já cansado, deu-se por vencido.
Fincudo era só orgulho. Deu uma olhada de ponta a ponta no terreiro e sua crista estava mais em pé do que nunca. Um momento de conquista como esse tinha de ser comemorado "em grande estilo". Nada mais adequado do que cantar de galo, lá de cima do telhado.
Fincudo subiu em cima da cerca, de lá pulou para o telhado da varanda, que era mais baixo e, não satisfeito, de lá voou para o alto do telhado principal da sede da fazenda. O jovem galináceo estufou o peito e soltou: "Có có có có!"
O som foi tão alto que chamou a atenção de um gavião que voava por perto. A ave bateu forte suas asas e, num vôo rasante e fulminante, arrebatou Fincudo do telhado, levando-o em suas garras possantes.
E lá se foi o pobre galo, infeliz, para ser devorado, não se sabe onde, enquanto o velho Bastião reassumia suas funções novamente.
A fábula do galo Fincudo mostra, em sua simplicidade, uma lição de incalculável valor. O que se exalta a si mesmo será, com certeza, abatido. Não escapará nem um sequer. Esse é o caminho mais rápido e mais antigo para a desgraça.
no ambito empresarail não é diferente. Quem de alguma forma sobe passando por cima das pessoas e age com altivez e soberba, certamnte será aniquilado e derrotado de uma forma bem feia!!!
Autor: desconhecido
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